quinta-feira, 19 de maio de 2011

Cap.1 Minhas Memórias: O Parquinho


   A história é mais de uma das minhas memorias, uma que duas adolescentes-mulheres-crianças brincado em um parquinho para criança. Duas meninas que tiveram uma infância muito feliz, mas que mesmo assim queriam prolonga-la. É a infância a melhor parte da vida.
 Tudo estava bem, um dia de sol lindo, nós com nossos amigos e digamos "namorados" estávamos todos em um campo de futebol de areia e eu como babá tinha levado a criança que cuidava no momento para se divertir, jogando bola. Até ai tudo bem, eu fui, para não deixar a criança sozinha, jogar bola. Então quando a velhice batel senti que estava na hora de parar e descansar deixei ele jogar um tempo sozinho e fui para perto de meus amigos. Então quando menos se espera a criança- adolescente que lhes escreve tem a ideia de ir ao parquinho que tem do lado do campo, e como uma criança não pode brincar sozinha chamei a amiga que chamo de Gêmea. Quem nega os impulsos de uma louca obstinada. Então lá fomos nós brincar no parquinho, começamos pela gangorra, então como em um surto de lucidez depois de alguns minutos acordos da nossa infância e percebemos que aquilo já estava demais, duas "adolescentes" brincando em cima de uma gangorra e dando gargalhas, até parecíamos duas crianças que tinham acabado de aprontar... Então em nosso momento de lucidez paramos de brincar voltamos ao normal se é que se pode chamar nós duas de normais. E voltamos para os nossos amigos rindo, não, rindo é pouco para as gargalhas que estávamos dando, agora vendo isso de uma maneira diferente acho que nosso cérebro tinha absorvido ar demais. Chegamos lá com um sorrizinho tão tolo no rosto, que deu vontade de rir mais ainda.

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